CORAIS

CORAL “LEOPOLDO KURTZ” DA SOCIEDADE RECREATIVA E CULTURAL TIMBÓ
A história se inicia em abril de 1950, quando na residência de Ella Federsen, um grupo de pessoas comentou sobre a formação de um coral, pois haviam liberado a língua alemã, proibida desde a 2ª Guerra Mundial. Em 1º de julho do mesmo ano, oficializa-se a criação do Coral Misto da Sociedade Recreativa e Cultural Timbó, tendo como fundadores, os senhores Arnoldo Gessner, Arthur Hocheim, Augusto Adam, Maurício Germer e Osvaldo Kurtz. Passado 57 anos de história hoje se denomina Coral “Leopoldo Kurtz” da Sociedade Recreativa e Cultural Timbó, devido ao falecimento do integrante mais antigo Sr. Leopoldo Kurtz, que completou 50 anos como integrante ativo, participativo e um apaixonado pela cultural da cidade. O coral é filiado à Liga Cultural e Recreativa Vale do Itajaí, contando com 28 integrantes, sob regência de Cristiano Florêncio e presidência de Sra. Augusta Kurtz.

 

CORAL INFANTO-JUVENIL DA SOCIEDADE RECREATIVA E CULTURAL TIMBÓ
Fundado em 31 de agosto de 1993, quando a menina Schayla Kurtz Jurk, então com 10 anos, conversava com sua avó Dona Augusta Kurtz, manifestando seu desejo de um espaço no qual pudesse aprender a cantar, participar de um coral infantil. Começou assim a trajetória do Coral Infanto-Juvenil da Sociedade Recreativa Cultural Timbo com 18 crianças sob regência de Sally Weise. O Coral é coordenado, desde sua fundação, há 15 anos, por Dona Augusta Kurtz, realizando diversas apresentações no município de Timbó, região e estado, levando canções e inspiração através das crianças. Hoje sob regência de Meri Duwe.

 

GRUPO VOCAL “SYAHAMBA”
Em 1999 concretiza-se a ideia de formar um grupo vocal com crianças e adolescentes, hoje conta com aproximadamente dezesseis integrantes, número máximo para grupos vocais, sob regência de Cristiano Florêncio. O repertório tem enfoque maior na Música Popular Brasileira, e a maior parte dos arranjos das músicas são do próprio regente do grupo. O nome do grupo foi escolhido em virtude de seu significado:”Caminhando”. A palavra vem de um dialeto da língua Africâner, muito usado no Sul da África. Esse nome é uma homenagem à nossa raiz brasileira, mantendo um pedacinho da história da MPB (Música Popular Brasileira). Foi certamente no contato com o africano que a nossa rítmica alcançou a variedade, uma das nossas riquezas musicais. A língua brasileira enriqueceu-se em quantidade de termos sonoros e de algumas flexões de sintaxe e dicção, que influenciaram necessariamente a conformação da linha melódica.